Marcos Santos / USP Imagens

A polícia do condado de Lake, no estado da Flórida, nos EUA, prendeu dois homens acusado de violarem sepulturas e roubarem crânios e ossos no cemitério Edgewood, na região.
A investigação utilizou DNA encontrado em charuto, descoberto na cena do crime, e com isso pôde prender Brian Tolentino, de 43 anos – que confessou o bizarro crime e entregou seu parceiro Juan Lopez, de 39 anos, no crime.
Desde o início da investigação, por conta do peso das tampas que cobriam os túmulos violados, a polícia desconfiava que Tolentino não havia trabalhado sozinho.
Segundo Emma Boothe, testemunha responsável pela primeira denuncia que levou à prisão, a cena que encontrou no cemitério era tão bizarra quanto terrivelmente inesquecível. “Essa é uma imagem que provavelmente nunca vou tirar da minha cabeça. Quer dizer, não acho que comi nada ou dormi nada na noite passada. Fecho os olhos e vejo aquele pobre homem deitado ali”, afirmou, referindo-se ao corpo violado pelos criminosos.
A sepultura invadida era de um veterano de guerra estadunidense.
Para o delegado John Herrell, do Gabinete do Xerife do Condado de Lake, os indícios sugerem que o roubo tinha como propósito a realização de rituais religiosos – outros crânios e partes de cadáveres foram encontradas na casa de Lopez.
“Eles (os policiais) encontraram um santuário contendo esses itens, então era obviamente parte de algum ritual religioso”, afirmou o delegado. Brian Tolentino foram e Juan Lopez admitiram o uso dos ossos em rituais, firmaram que espíritos os conduziram até o cemitério, e foram presos, acusados de violão de sepultura e abuso de corpo humano.
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