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“Jack o Estripador” por Fenrizulf
Um autor britânico assegura ter desvendado a verdadeira identidade do infame assassino Jack, o Estripador.
O enigma em volta da identidade do assassino britânico Jack, o Estripador não só intriga a imprensa no Reino Unido, mas em todo o mundo, já que os assassinatos atribuídos a esta pessoa entre os anos 1880-1890 se destacaram pela crueldade.
Existem numerosas teorias que pretendem descobrir quem era o criminoso. Uma das mais recentes pertence ao autor britânico David Bullock, que também assegura que se tratava de Thomas Cutbush, e além disso sugere conhecer a localização do túmulo do serial killer, avança o The Sun.
Bullock estuda os crimes de Jack desde a adolescência. No novo livro – “The Man Who Would be Jack: The Hunt for the Real Ripper” (O homem que seria Jack: a caçada pelo verdadeiro estripador, em tradução livre) – revela novos detalhes que apoiam a teoria sobre Cutbush.
O autor britânico teve acesso aos arquivos do hospital psiquiátrico Broadmoor, em Berkshire, e descobriu o local onde estão os túmulos da família de Cutbush, no cemitério de Nunhead, no sudeste de Londres.
A identidade
O acadêmico diz que “as pessoas sempre diziam que [Cutbush] morreu em Broadmoor, mas ao ver os arquivos pude confirmar que não estava enterrado ali”.
As teorias incluem uma centena de suspeitos, mas Bullock sugere que só algumas são viáveis. Segundo o autor, Cutbush trabalhava no bairro londrino de Whitechapel, onde foram assassinadas a maioria das vítimas.
O homem também “sentia ódio pelas prostitutas”, o que também confirma a sua versão, já que as mulheres assassinadas eram prostitutas de áreas pobres.
Além disso, Bullock descobriu que, segundos os próprios familiares e conhecidos de Cutbush, o suspeito poderia estar ligado aos assassinatos. Cutbush se interessava por áreas como a medicina, a cirurgia e a anatomia, desenhava imagens de mutilações e mentia às pessoas dizendo que trabalhava como médico.
Segundo revelou o autor inglês, Cutbush alegava que uma prostituta o contagiou com uma doença e, por isso, decidiu curar a si próprio, mas acabou desfigurado.
Supostamente, o homem foi detido em 1891 por agredir duas mulheres, depois da série de assassinatos ter acabado.
Segundo os registros médicos publicados pelo Independent em 2008, Cutbush era “um jovem incomum, transtornado e violento”, que foi diagnosticado com uma doença mental em 1891. Na época dos crimes, Cutbush trabalhava como recepcionista.
Ciberia // ZAP