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Donald Trump discursa nas Nações Unidas
O Washington Post publicou um relatório sobre o “ano de mentiras” do presidente Donald Trump. Foram 15 por dia em 2018.
O jornalista Glenn Kessler assumiu a tarefa de desmascarar o discurso do comandante-chefe e as afirmações errôneas, que remontam a 2 de janeiro no Twitter contra o Irã, Hillary Clinton e o New York Times.
Na onda de posts de Trump naquela manhã, o presidente dos Estados Unidos atacou cada um com declarações falsas, dando início ao que Kessler chamou de “um ano de engano sem precedentes”.
A partir do domingo, quando o artigo foi publicado, o banco de dados do The Fact Checker registrou mais de 7.600 declarações enganosas ou falsas feitas pelo presidente na primeira metade de seu mandato.
Como o jornal observou, a média de mentiras de Donald Trump por dia ultrapassou as 15 – quase o triplo da mesma taxa referente a 2017.
Susan Glasser, da New Yorker, também comentou em um artigo chamado “Trump está mentindo mais, e está fazendo isso de propósito”, publicado em agosto.
Explorando a motivação por trás da propensão de Trump para mentir, Glasser o descreveu como tendo de “se tornar mais confiante, menos disposto a tolerar conselheiros que o desafiavam e mais obcecado com as ameaças colocadas à sua presidência por contínuas investigações”.
De acordo com uma pesquisa da Quinnipiac de setembro, descreve o Huffington Post, os americanos acreditam mais na mídia do que no presidente, 54% e 30%, respectivamente – apesar de seus ataques à imprensa e sua credibilidade.
Além disso, a pesquisa descobriu que 69% dos eleitores achavam que a mídia é crucial para a democracia. Apenas 21% identificaram a imprensa e a mídia como “o inimigo do povo“, usando a frase assinada por Trump.
Ciberia // ZAP