Aos 17 anos, brasileiro de escola pública é aprovado nas 4 melhores universidades do mundo

Conseguir ser aprovado em uma boa universidade é sonho entre a maioria dos jovens do mundo. Leonardo da Silva tem apenas 17 anos e foi aprovado em 4 das melhores universidades do mundo: Harvard, Stanford, Columbia e Tufts.

O jovem é de Presidente Médici, cidade no interior de Rondônia, sempre estudou em escola pública e acabou optando por Harvard, já que conseguiu uma bolsa de estudo integral.

A renomada universidade foi fundada em 1636, é histórica e permeia o sonho de jovens do mundo inteiro. Foi lá que se formaram Barack Obama, Al Gore, Bill Gates, John Kennedy e Mark Zuckerberg, mas Leonardo disse que para conseguir ser aprovado não precisou se isolar do mundo e não estudou mais do que estava acostumado.

Eu sou uma pessoa comum. Eu gosto muito de ler e de estudar, mas eu também curto sair com meus amigos, jogar futebol e videogame, passar tempo com o meu irmão e com a minha família”, conta.

“O processo realmente é muito complicado, mas é muito mais relacionado à resiliência do que com genialidade. Muitas pessoas não conseguem mesmo sendo muito boas, pois não persistem no processo. Outras não conseguem simplesmente por falta de sorte”, explica o garoto.

Se o processo é longo e difícil, o jovem afirma que ter humildade é fundamental. “Quando você participa desses programas, dessas olimpíadas, é uma experiência que te torna muito mais humilde. Eu sei que eu vou sempre ter muita coisa a aprender e sempre terá alguém melhor que eu para ensinar alguma coisa diferente”, diz.

O bom aproveitamento nos estudos vem desde a infância. Aos 15 anos, fez um curso de Relações Internacionais na conceituada Universidade de Oxford, na Inglaterra, e conquistou o primeiro lugar no 44º Concurso Internacional de Redação de Cartas da União Postal Universal (UPU), na Suécia, onde representou muito bem o Brasil, adquiriu experiência e enriqueceu seu currículo.

Andreia da Silva Brito, sua mãe, disse que o filho sempre participou de concursos, pois também era uma maneira de treinar sua concentração e resiliência, mas sempre o considerou um “aluno normal”.

“Ele tinha dúvidas, dificuldades, como qualquer outro aluno. Mas, o que eu percebi desde o início de diferente nele, é que sempre que se sentava para fazer uma tarefa, ele não sentava para se livrar daquela obrigação, mas sim para realmente aprender”, conclui.

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